Plataformas recomprimem vídeo. A meta não é entregar arquivo gigantesco, mas um master limpo e compatível, com qualidade suficiente para sobreviver à nova codificação.

Comece pelo formato correto

Use 9:16 para vídeo vertical e 16:9 para horizontal quando esses forem destinos principais. Não exporte horizontal com barras para depois recortar.

Resolução e quadro

Mantenha resolução compatível com plataforma e captação. Ampliar fonte pequena não cria detalhe. Preserve taxa de quadros do projeto, a menos que haja motivo para converter.

Consulte especificações atuais, pois limites mudam.

Compressão

Bitrate muito baixo cria blocos em movimento, texto quebrado e pele manchada. Muito alto aumenta upload sem impedir toda recompressão.

Use preset de alta qualidade adequado e faça teste curto com cenas complexas.

Áudio

Exporte voz sem clip, em estéreo ou configuração exigida. Confira sincronização e volume no arquivo final.

Evite gerações sucessivas

Não baixe da plataforma A para postar na B. Cada compressão degrada. Guarde master e produza versões a partir dele.

Texto merece atenção

Linhas finas e fonte pequena sofrem. Revise o MP4 exportado, não apenas preview do editor.

Cor

Perfis e aparelhos podem alterar aparência. Use espaço de cor amplamente compatível para web, salvo fluxo específico. Teste antes de lote.

Nomenclatura

Inclua tema, formato e versão: tema-vertical-v3.mp4. Arquive master separado de publicado.

Checklist final

  1. proporção;
  2. resolução;
  3. duração;
  4. quadro inicial/final;
  5. sincronia;
  6. texto;
  7. direitos de áudio;
  8. reprodução completa;
  9. teste de upload privado.

Exportação boa é invisível. Ela não melhora roteiro, mas impede que decisão técnica destrua o que a produção conseguiu.