Post-mortem não serve para encontrar culpado. Serve para registrar hipótese enquanto arquivos e contexto ainda estão frescos.
1. Objetivo
O que o vídeo deveria fazer? Qual métrica principal foi definida?
2. Distribuição
Recebeu impressões? Chegou ao público provável? Houve problema de publicação, direitos ou processamento?
3. Embalagem
Título, capa e primeiro quadro apresentaram mesma promessa?
4. Abertura
Pessoas escolheram e permaneceram? Assista queda.
5. Corpo
Onde a progressão parou? Exemplo provou? Áudio e legenda estavam claros?
6. Final
Promessa foi cumprida? CTA veio cedo ou fora de contexto?
7. Comparáveis
Use vídeos de função e formato semelhantes. Não compare com maior viral do canal.
8. Fatores externos
Tema, data, concorrência e notícia influenciaram? Registre sem usar como desculpa universal.
9. Uma hipótese
“Título prometia tutorial, mas o vídeo era opinião; queda ocorreu na introdução.”
10. Próximo teste
Regravar entrada, mudar recorte ou abandonar pauta? Escolha ação reversível e variável.
O documento curto
Data, URL, objetivo, resultado, observações, hipótese, próxima ação. Cinco minutos bastam.
Fracasso não vira aprendizado automaticamente. Vira quando alguém transforma resultado em hipótese que muda a próxima peça.